O Instituto de Parentalidade e Desenvolvimento Humano encontra-se em fase de estruturação institucional e construção de suas primeiras iniciativas sociais.
Nosso PropósitoO Instituto de Parentalidade e Desenvolvimento Humano – IPDH Olívia de Moraes nasceu da urgência de garantir que nenhuma família enfrente sozinha os desafios da vulnerabilidade social.
Nossa missão é contribuir para que crianças e cuidadores tenham suas necessidades primárias atendidas — como alimentação, segurança e acolhimento — para que, em seguida, possam ter acesso à informação.
Somos uma Organização da Sociedade Civil que une ciência, acolhimento e desenvolvimento humano para fortalecer famílias, apoiar cuidadores e promover vínculos seguros na infância. Acreditamos que o afeto é um direito e que a informação deve ser transmitida de forma acessível, humanizada e adaptada à realidade de cada família, respeitando suas vivências, necessidades e singularidades.
Acreditamos que o desenvolvimento humano acontece por meio do conhecimento, de vínculos seguros, do amparo e do acesso a oportunidades reais. Quando cuidamos da infância, prevenimos impactos futuros na saúde, na educação e nas relações sociais.
Ao proteger crianças hoje, contribuímos para uma sociedade formada por adultos mais maduros, mais conscientes de si, saudáveis e preparados para construir relações e comunidades mais seguras.
Desenvolvemos iniciativas voltadas ao amparo social, fortalecimento comunitário e promoção da dignidade humana. Nossos projetos buscam ampliar acesso a cuidado, informação, alimentação, apoio emocional e oportunidades de crescimento para pessoas e lares em situação de vulnerabilidade.
Fortalecemos famílias por meio de escuta, orientação, apoio sensível e cultivo de laços saudáveis. Criamos espaços de apoio para mães, pais e cuidadores, reconhecendo que lares fortalecidos geram ambientes mais seguros para o crescimento infantil e emocional.
Promovemos inclusão, compreensão e respeito às diferentes formas de funcionamento neurológico. Apoiamos crianças, adolescentes e famílias neurodivergentes com ações educativas, orientação e conscientização, contribuindo para ambientes mais acessíveis, receptivos e livres de estigma.
Construir comunidades mais humanas, inclusivas e conscientes, onde cada criança e cada pessoa possa crescer com segurança, pertencimento e dignidade.
Nossos pilares orientam projetos voltados à prevenção de traumas e do estresse tóxico na infância, promovendo conhecimento científico acessível, vínculos seguros e ambientes mais saudáveis para crianças, famílias e comunidades.
O estresse tóxico pode ocorrer quando uma criança enfrenta adversidades intensas, frequentes ou prolongadas sem o apoio de um adulto cuidador e protetor. Quando não prevenido, pode impactar o desenvolvimento cerebral, emocional, físico e social, aumentando riscos para a saúde, a aprendizagem e o comportamento ao longo da vida.
Por isso, acreditamos que é urgente e necessário defender as crianças.
A teoria do apego, desenvolvida por John Bowlby e Mary Ainsworth, demonstra que a qualidade das relações de uma criança com seus cuidadores é o principal preditor de sua saúde mental e maturidade social ao longo da vida.
Crianças com laços afetivos firmes tendem a construir maior autoconfiança, melhor capacidade de lidar com estresse e relacionamentos mais saudáveis.
Nosso trabalho foca em disseminar práticas de parentalidade sensível, educação socioemocional e intervenções que fortalecem os laços familiares, reconhecendo que o afeto é a maior defesa da criança.
A Teoria Polivagal explica como o nosso sistema nervoso influencia emoções, comportamentos e reações ao estresse. Desenvolvida pelo neurocientista Stephen Porges, ela destaca o papel do nervo vago na regulação do corpo, da sensação de segurança e da forma como nos relacionamos com o mundo.
Quando nos sentimos seguros, conseguimos nos conectar melhor com outras pessoas, comunicar com mais clareza e manter maior equilíbrio emocional. Quando percebemos perigo, o corpo pode reagir com respostas de luta ou fuga. Em situações de ameaça intensa, pode ocorrer uma resposta de congelamento, bloqueio ou desligamento.
Experiências adversas na infância, conhecidas como ACEs — do inglês Adverse Childhood Experiences — incluem situações como violência, negligência, abuso, insegurança constante e ambientes marcados por medo, instabilidade ou falta de proteção.
Essas experiências podem ativar de forma persistente o sistema de resposta ao estresse. Quando isso acontece, o organismo da criança permanece em estado de alerta por longos períodos, o que pode afetar seu desenvolvimento cerebral, emocional, físico e social.
Com o tempo, o estresse tóxico pode aumentar o risco de dificuldades de aprendizagem, problemas de saúde mental, alterações de comportamento e doenças ao longo da vida.
A boa notícia é que relações seguras, acolhedoras e consistentes podem proteger a criança e ajudar a reduzir esses impactos. Por isso, prevenir traumas, fortalecer vínculos e promover ambientes saudáveis são caminhos essenciais para o desenvolvimento integral na infância.
Educação parental, vínculos familiares e proteção da primeira infância.
Acompanhamento de gestantes em situação de vulnerabilidade social ao longo de 12 meses, articulando acolhimento emocional, educação parental, fortalecimento do vínculo mãe-bebê, orientação sobre direitos, preparação para o parto e construção de redes de apoio.
Continuidade do Programa Antes de Nascer. Acompanhamento das crianças dos 3 meses aos 2 anos de idade, promovendo desenvolvimento infantil, vínculo familiar, saúde, proteção e orientação aos cuidadores.
O Programa Tempo de Crescer acompanha crianças de 2 a 6 anos, fortalecendo seu desenvolvimento integral por meio do brincar, da linguagem, da autonomia, da convivência e da proteção, garantindo cuidado contínuo, inclusão e segurança emocional.
Se você compartilha nossa missão de defender a infância, quer se informar, colaborar ou simplesmente trocar ideias, nossa porta está aberta.